Meditação do Chocolate

Meditação do Chocolate

Escolha um chocolate – um tipo que você nunca provou antes ou que não tenha comido recentemente. Pode ser amargo, ao leite, importado ou barato: o importante é escolher um tipo que você não consumiria normalmente ou que não costuma comer.

° Abra a embalagem. Inale o aroma. Deixe que ele o domine.

° Quebre um pedaço e observe. Deixe que seus olhos examinem cada detalhe.

° Coloque um pedaço na boca. Mantenha-o sobre a língua e deixe-o derreter, observando se você tem vontade de sugá-lo. O chocolate possui mais de trezentos sabores diferentes. Veja se consegue sentir alguns.

° Caso perceba sua mente divagando, apenas observe para onde ela foi, depois a conduza suavemente de volta ao momento presente.

° Quando o chocolate derreter por completo, engula-o de forma lenta,atenta. Deixa que escorra garganta abaixo.

° Repita isso com o próximo pedaço.

Como você se sentiu? O chocolate pareceu mais gostoso do que se você o tivesse comido no ritmo apressado habitual?

 

GRUPO DE ESTUDOS EM TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

Objetivo: Capacitar profissionais e estudantes da Nutrição com técnicas da terapia cognitivo-comportamental para auxiliar na adesão de diferentes tratamentos como obesidade, transtornos alimentares, fome emocional, alimentação externa e pensamento restritivo.

Conteúdo programático:
História, fundamentos e princípios da Terapia Cognitivo-Comportamental
Habilidades de comunicação e ferramentas práticas
Entrevista Motivacional
Discussão de casos

Início: 14/05/2019
Horário: 17h às 18h30
Público-alvo: Nutricionistas e estudantes de Nutrição

Datas:
JULHO
09 e 23

Coordenação: Júlio Pachalski.
Psicólogo. Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental.

Local: Alimentas Ideias Nutritivas (Av. Ipiranga, 7464/1124 – Jardim Botânico, Porto Alegre, RS)
Investimento: R$ 120,00
Inscrição: Enviar nome completo e comprovante de pagamento para joiceadm@alimentas.com.br identificando GRUPO DE ESTUDOS no campo “Assunto”.

PAGAMENTO JULHO
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Chips de Berinjela

 

Você é do tipo de pessoa que sabe que tem que comer legumes, saladas mas faltam ideias de como preparar? Ou adora uma receitinha nova? Essa receita é super prática e fica deliciosa. Pode ser tanto um lanche da tarde quanto acompanhamento no almoço ou no jantar. Confere aí e depois nos conta como ficou!

Ingredientes:

    • 1 berinjela;
    • Sal ou queijo ralado à gosto;
    • Azeite de oliva à gosto.

Preparo:

  • Lave a berinjela e corte em rodelas bem finas. Coloque em uma forma e tempere com sal ou quejo ralado e azeite de oliva. Coloque no forno por aproximadamente 30 minutos em fogo baixo. Tá pronto! É só aproveitar.

Alimentação emocional

Todo mundo sabe que as emoções têm um poderoso efeito na escolha dos alimentos e, simultaneamente, nos hábitos alimentares de cada um, com o intuito da procura do bem-estar emocional.

humor e as emoções podem influenciar a escolha dos alimentos, da mesma forma que o consumo de certos alimentos pode alterar o humor ou o estado emocional. A ingestão emocional traduz a perda de controle da ingestão por exposição a fatores de stress, implicando em desinibição alimentar nessa situação.

Diante de conflitos e mal-estar, as pessoas constituem a comida como uma forma de se acalmar ou resolver o problema, contrariamente a pessoa não propensa para a ingestão emocional, que tende a apresentar o seu apetite diminuído.

Portanto, pessoas que sofrem de perturbações relacionadas com o comportamento alimentar, poderão evidenciar um comportamento de consumo excessivo de comida quando ficam ansiosas, ou quando algo não ocorre da forma que esperavam, ou quando se sentem solitárias e depressivas. Frente à insegurança vivenciada no presente, lembram-se do objeto moderador, a comida. Podem assim apresentar uma carência afetiva confundida com a falta de comida.

De acordo com um determinado autor, as emoções intensas podem suprimir o apetite; por outro lado, o mesmo autor refere que as emoções podem perturbar o controle cognitivo, podendo ser reguladas pela ingestão (isto é, levar ao aumento do consumo de doces e alimentos muito energéticos).

O investigador refere ainda que as emoções podem provocar uma apetência por alimentos com os quais são congruentes (por exemplo, em situações de alegria as pessoas tendem a comer mais os alimentos ligados ao prazer, como chocolates ou outros doces).

Há várias teorias que explicam este mecanismo, no entanto o princípio é o mesmo. As pessoas comem para resolver ou compensar problemas dos quais, muitas vezes, não têm consciência (podem, por exemplo, apresentar dificuldades em obter prazer nas relações sociais, por se sentirem rejeitados ou discriminados) e, por outro lado, esses sentimentos contribuem para que pessoas com obesidade  vejam a comida como importante fonte de prazer.

Semelhante as substâncias psicoativas existem alimentos ditos hiperpalatáveis (ricos em açúcar ou sal e gordura). Foi demonstrado que o consumo desses alimentos e o abuso de substâncias químicas envolvem os mesmos sistemas de reforço e recompensa, não só comportamental como neurológico, mediante a interação com o sistema dopaminérgico. Outros autores referem que o ato de ingerir alimentos em grandes quantidades equivale a um ato autoagressivo, a uma autopunição, na medida em que, não conseguindo exprimir as emoções mais negativas, o indivíduo irá transpor a agressividade para si próprio.

Fonte: Rodrigues, M., Pimenta, F., Bernardino, A., Ferreira, P., & Leal, I. (2013). COMPORTAMENTO ALIMENTAR: INGESTÃO EMOCIONAL, INGESTÃO EXTERNA E RESTRIÇÃO ALIMENTAR. Sintomas Alimentares, Cultura, Corpo e Obesidade, 57.