Chips de Berinjela

 

Você é do tipo de pessoa que sabe que tem que comer legumes, saladas mas faltam ideias de como preparar? Ou adora uma receitinha nova? Essa receita é super prática e fica deliciosa. Pode ser tanto um lanche da tarde quanto acompanhamento no almoço ou no jantar. Confere aí e depois nos conta como ficou!

Ingredientes:

    • 1 berinjela;
    • Sal ou queijo ralado à gosto;
    • Azeite de oliva à gosto.

Preparo:

  • Lave a berinjela e corte em rodelas bem finas. Coloque em uma forma e tempere com sal ou quejo ralado e azeite de oliva. Coloque no forno por aproximadamente 30 minutos em fogo baixo. Tá pronto! É só aproveitar.

1º Ciclo de Palestras da Alimentas

Com objetivo de disseminar conteúdo sobre alimentação e saúde mental, em 2019 vai acontecer o 1º Ciclo de palestras da Alimentas. Voltado para profissionais, estudantes da área da saúde e demais interessados nos assuntos, as palestras prometem trazer conteúdo inovador além de quebrar algumas crenças e tabus com muito conhecimento de qualidade.

Programe-se!

Última quinta de cada mês

Cronograma

MARÇO
28/03 – Comer com atenção plena (Mindful Eating ) – Tamara Chazan, Nutricionista

ABRIL
25/04 – Sexualidade – Emmanuel Kanter, Psiquiatra

MAIO
30/05 – Diversidade de gênero e saúde mental – Ramiro Catelan, Psicólogo

JUNHO
27/06 – Maconha: como ela age no cérebro? – Carla Bicca, Psiquiatra

AGOSTO
29/08 – Ansiedade, Mindfulness e Alimentação – Natasha Fonseca, Nutricionista

SETEMBRO
26/09 – 13 reazons why – Aline Zimermann, estudante de Psicologia da UFRGS

OUTUBRO
31/10 – Entendendo a Depressão – Maria Isabel Mattos, Psicanalista

NOVEMBRO
28/11 – Alimentação vegetariana: Como iniciar? Anelise Marques, Nutricionista

Horário: Das 20h às 21h
Local: Alimentas Ideias Nutritivas (Avenida Ipiranga, 7464 sala 1124 – Jardim Botânico, Porto Alegre, RS)
Inscrição: Enviar nome completo e comprovante de pagamento para eventos@alimentas.com.br.
Valores:

Individual: R$ 30,00 (Inclui uma palestra)




Completo: R$ 180,00 (Inclui todo o programa)




POLÍTICA DE PRIVACIDADE

Em caso de desistência, o valor integral será devolvido somente se o pedido de cancelamento for feito 7 dias após o pagamento. Se o pedido de cancelamento for feito após 7 dias de ter sido efetuado o pagamento ou o aluno não comparecer no dia do evento, o valor poderá ser usado para participar de outro curso da Alimentas.

Alimentação emocional

Todo mundo sabe que as emoções têm um poderoso efeito na escolha dos alimentos e, simultaneamente, nos hábitos alimentares de cada um, com o intuito da procura do bem-estar emocional.

humor e as emoções podem influenciar a escolha dos alimentos, da mesma forma que o consumo de certos alimentos pode alterar o humor ou o estado emocional. A ingestão emocional traduz a perda de controle da ingestão por exposição a fatores de stress, implicando em desinibição alimentar nessa situação.

Diante de conflitos e mal-estar, as pessoas constituem a comida como uma forma de se acalmar ou resolver o problema, contrariamente a pessoa não propensa para a ingestão emocional, que tende a apresentar o seu apetite diminuído.

Portanto, pessoas que sofrem de perturbações relacionadas com o comportamento alimentar, poderão evidenciar um comportamento de consumo excessivo de comida quando ficam ansiosas, ou quando algo não ocorre da forma que esperavam, ou quando se sentem solitárias e depressivas. Frente à insegurança vivenciada no presente, lembram-se do objeto moderador, a comida. Podem assim apresentar uma carência afetiva confundida com a falta de comida.

De acordo com um determinado autor, as emoções intensas podem suprimir o apetite; por outro lado, o mesmo autor refere que as emoções podem perturbar o controle cognitivo, podendo ser reguladas pela ingestão (isto é, levar ao aumento do consumo de doces e alimentos muito energéticos).

O investigador refere ainda que as emoções podem provocar uma apetência por alimentos com os quais são congruentes (por exemplo, em situações de alegria as pessoas tendem a comer mais os alimentos ligados ao prazer, como chocolates ou outros doces).

Há várias teorias que explicam este mecanismo, no entanto o princípio é o mesmo. As pessoas comem para resolver ou compensar problemas dos quais, muitas vezes, não têm consciência (podem, por exemplo, apresentar dificuldades em obter prazer nas relações sociais, por se sentirem rejeitados ou discriminados) e, por outro lado, esses sentimentos contribuem para que pessoas com obesidade  vejam a comida como importante fonte de prazer.

Semelhante as substâncias psicoativas existem alimentos ditos hiperpalatáveis (ricos em açúcar ou sal e gordura). Foi demonstrado que o consumo desses alimentos e o abuso de substâncias químicas envolvem os mesmos sistemas de reforço e recompensa, não só comportamental como neurológico, mediante a interação com o sistema dopaminérgico. Outros autores referem que o ato de ingerir alimentos em grandes quantidades equivale a um ato autoagressivo, a uma autopunição, na medida em que, não conseguindo exprimir as emoções mais negativas, o indivíduo irá transpor a agressividade para si próprio.

Fonte: Rodrigues, M., Pimenta, F., Bernardino, A., Ferreira, P., & Leal, I. (2013). COMPORTAMENTO ALIMENTAR: INGESTÃO EMOCIONAL, INGESTÃO EXTERNA E RESTRIÇÃO ALIMENTAR. Sintomas Alimentares, Cultura, Corpo e Obesidade, 57.

CURSO

Sabendo que os índices de doenças relacionadas com uma alimentação de baixa qualidade estão crescendo entre as crianças, pais e cuidadores têm se preocupado mais com a alimentação delas.

Entretanto, um dos problemas que encaramos é que a informação sobre alimentação saudável vem de uma mídia “comprada” por duas indústrias (nada preocupadas com nossa saúde): a de alimentos e de emagrecimento. A indústria alimentícia oferecendo produtos infantis inadequados para as crianças, e a indústria do emagrecimento vendendo terrorismo nutricional e magreza fantasiados de saúde.

Bombardeados a todo momento com essas informações conflitantes, o manejo da alimentação da criança se torna uma briga entre o que a criança quer e o que os adultos acreditam que essa criança precisa comer.

Vamos então ter uma conversa sobre como, de forma prática, educar a criança sobre alimentação saudável sem fazer terrorismo nutricional e ajudá-la a se sentir confiante com seu próprio corpo.

Conteúdo
– Como ensinar as crianças sobre alimentação;
– Como manter uma alimentação intuitiva desde a infância;
– Como o ambiente familiar pode influenciar positivamente a auto-estima infantil.
Data: 17/11/2018
Horário: 9h às 11h
Local: Alimentas (Av. Ipiranga, 7464/1124 – Jardim Botânico – Porto Alegre -RS)
Público-alvo: Pais, cuidadores e profissionais da saúde que lidam com o público infantil.
Facilitadora: Marina Ferrari
Nutricionista formada pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Completou o programa de residência em Saúde Mental e o programa de aperfeiçoamento em Transtornos Alimentares, ambos pelo HCPA. É especialista em Nutrição Materno-Infantil pelo Moinhos de Vento. Além disso, estudou Transtornos Alimentares e Obesidade por mais de sete anos no Instituto Contemporâneo, também oferecendo atendimentos na instituição. Realizou recentemente o curso Abordagens Psicológicas para Obesidade, oferecido pelo Centro Nacional de Transtornos Alimentares do Reino Unido e aprovado pela Sociedade Britânica de Psicologia.

Será fornecido certificado.

Investimento
Até 10/11/2018: R$ 60,00
No local: R$ 80,00

Inscrições:
Confirmar presença no evento do facebook e efetuar o pagamento no botão abaixo. Não é necessário enviar comprovante. Após confirmar presença no evento e efetuar o pagamento, a sua inscrição está confirmada. Se ainda assim, desejar receber confirmação de inscrição, favor entrar em contato pelo (51) 99228.5025.
obs: caso não tenha facebook, enviar nome completo para eventos@alimentas.com.br ou pelo (51) 99228.5025.